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terça-feira, 15 de outubro de 2019
sábado, 15 de dezembro de 2018
Carro da Alba no Carnaval de 1938
O menino deverá ser o jovem António Augusto Martins Pereira (neto do fundador da Alba)
Foto partilhada no grupo "Amo a minha terra" por Dr. Delfim Bismarck
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segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Memórias da Alba no âmbito da Oficina de Tapeçaria "Tecer as Memórias"
Integrado no festival de fazedores de artes "Dos Modos Nascem Coisas", a AlbergAR-TE promoveu, em parceria com o CEARTE, uma residência artística têxtil nos dias 8 a 12 de Agosto: Oficina de Tapeçaria "Tecer as Memórias" com Guida Fonseca.
Pretendeu-se através do trabalho criativo, desenvolvido durante a residência, realizar uma instalação/objectos sobre a memória do património imaterial que estará patente ao publico no Cineteatro ALBA até 25 de Outubro.
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| Fundição Lisbonense (Açores) onde tudo começou |
Fonte: facebook (Tucha Martins e Guida Fonseca)
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
Apresentação do livro "Alba - Uma marca portuguesa no mundo" de Delfim Bismarck Ferreira e Pedro Martins Pereira (17-12-2016)
"Procurámos com este estudo trazer a público uma panorâmica geral da vida e obra do Comendador Augusto Martins Pereira e de seus filhos, bem como da indústria daquela que foi uma das principais marcas industriais portuguesas do século XX e início do XXI”, escrevem os autores na introdução.
A marca Alba, registada em 1929, teve ao longo de várias décadas uma grande difusão, quer em Portugal, quer nos países que constituíam o designado Império Ultramarino Português.
O seu fundador, Augusto Martins Pereira, lançou as bases daquela que foi talvez a principal marca portuguesa de utensílios domésticos, mobiliário urbano e acessórios fundidos para águas e saneamento do século passado.
A importância da marca Alba não se ficou somente pelos produtos fabricados. As instalações fabris foram uma verdadeira escola técnico-profissional, formando técnicos especializados em diversas áreas que, na altura, faltavam no mercado de trabalho.
A família Martins Pereira assumiu também um papel importante no desenvolvimento social, cultural e desportivo do Concelho, com destaque para a criação e apoio do Sport Clube Alba, a construção do Parque de Recreio e Desporto Alba e do Cineteatro Alba.
Fonte: CMAAV
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sábado, 20 de setembro de 2014
Protocolo de Doação da documentação
O Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha e a empresa Durit celebraram em Março de 2014 um Protocolo de Doação da documentação pertencente à extinta Fábrica Metalúrgica Alba. O objetivo de ambas as entidades é salvaguardar e difundir o património industrial de elevado interesse e importância para a História Local do Concelho.
Fonte: Facebook / Novos Arruamentos
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Carnaval de 1954 no Cine Teatro Alba de Albergaria-a-Velha
Comissão de hora de elevado gabarito:
Dª Sara Martins Pereira, Dª M. Emília Martins Pereira, D. Leontina de Sousa e Melo, Dª Celeste Monteiro Correia, Dª Arminda Martins de Bastos, Dª Idília de M. Saraiva, Comendador A. Martins Pereira, Albérico Martins Pereira, António Augusto Martins Pereira, Dr. Alfredo de Sousa e Melo, Dr. Flausino Correia, Manuel João da Silva, Fernando Saraiva
sábado, 10 de agosto de 2013
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Inauguração do Cine-Teatro Alba (11-02-1950)
O Cine-Teatro Alba – projecto do Eng. Júlio José de Brito – é, sem dúvida, uma das melhores, mais modernas e mais luxuosas casas de espectáculos do país. Construído para trabalhar como cinema, ou como teatro, possui, para esta segunda modalidade, camarins completos, tanto para primeiras figuras como para coristas.Condições excepcionais de funcionamento
Com uma lotação total de cerca de 600 cómodos lugares; é dotado de aparelhagem dupla de cinema “Gaumont Kalle 21” alta fidelidade em som, equipada com lanternas de projecção de grande intensidade e projectores para o palco; possuindo uma instalação de alto-falantes, numa rede completa, com sinal de chamada eléctrica para todo o edifício; enriquecido com todos os pavimentos e lambrins revestidos de mármore, um magnífico bar, sala de recepção luxuosíssima, esplêndidos vestiários, escaparates de exposição, etc., o Cine-Teatro Alba é uma casa de espectáculos sem rival na província e competindo, mesmo, com as melhores da capital.
Família Martins Pereira
Devemos mais esta obra à família Martins Pereira, cujo chefe, o Senhor Comendador Augusto Martins Pereira, homem que vive pelo coração e pelo cérebro, com largo saber de experiência feito, tanto tem trabalhado, produzido para tornar Albergaria-a-Velha maior e melhor, evidenciando, e dedicando-lhe, as mais vastas faculdades de realização.
Estão patentes todas as suas organizações, todavia, o Cine-Teatro é para nós, sob o aspecto cultural, a melhor, a mais bela. (...)
É com gente desta iniciativa, deste dinamismo, desta abnegação, deste amor à sua terra – adoptada como sua, para a engrandecer , para a honrar – que se dá corpo a uma ideia, se prestigia uma Província e se dignifica o nome de Portugal.
Fonte: Vasco de Lemos Mourisca em Brochura alusiva à inauguração do Cine-Teatro Alba (adaptado com subtítulos)
(Extraído de "Cine -Teatro Alba – 50 anos" da autoria de Nélia Maria Martins de Almeida Oliveira)
sexta-feira, 10 de junho de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Cine-Teatro Alba (1950-2010)
A construção do Cine-Teatro Alba surgiu do resultado de conversações entre o executivo camarário, na pessoa do Senhor Presidente, Dr. Bernardino Correia Telles de Araújo de Albuquerque e o Senhor Comendador Augusto Martins Pereira, porque em meados do mês de Março de 1945 foi deliberado fazerem-se obras no antigo Teatro da Vila para o mesmo servir para o funcionamento do Tribunal de Comarca.Curiosamente, cerca de 15 dias depois, esta mesma Câmara decidiu colocar à venda o referido Teatro por 80 contos. Este situava-se no mesmo local onde hoje está o Cine-Teatro Alba e foi adquiridos pela Sociedade Cine-Teatro Alba, Lda., nas pessoas do Comendador Augusto Martins Pereira e Américo Martins Pereira.
O valor total da obra definitiva custou à Família Martins Pereira 3.331.964$76 e o “magnífico” projecto elaborado pelo Engº Júlio José de Brito, 25.000$00.
A 11 de Fevereiro de 1950 dá-se início a um processo cultural jamais visto em Albergaria-a-Velha. O edifício, com excelentes condições técnicas e logísticas, foi considerado por muitos como um dos melhores Cine-Teatros do país. E de facto assim o podemos classificar.
Exibições
(…) no início dos anos 50, por cada mês passavam cerca de 8 filmes. Os dias eleitos eram, naturalmente, o fim-de-semana e a Quinta-feira
No ano de 1950 foram exibidos no Cine-Teatro Alba 73 filmes e 4 peças de teatro. E no ano de 1951 cerca de 92 filmes, duas peças de teatro, uma “Récita de Gala promovida pelo Grupo Cénico Albergariense” e um espectáculo de variedades com um ilusionista.
Fonte: Nélia Maria Martins de Almeida Oliveira, “Cine -Teatro Alba – 50 anos”

Fonte: "Cine-Teatro Alba - 50 anos", Nélia Maria Martins Almeida Oliveira
"Cine -Teatro Alba – 50 anos" (sinopse)
Livro editado pela Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha aquando da comemoração do 50º aniversário, recorda o passado nos muitos momentos de distração, lazer e aprendizagens que foram vividas por todos aqueles que neles se identificaram, criando laços de união e convívio da comunidade. Na sua época, foi um Edifício considerado por muitos como um dos melhores Cine-Teatros do País, tendo recebido no seu palco nomes conhecidos do meio artístico nacional, foi local de apoio à exibição e angariação de fundos de algumas colectividades concelhias e promoveu actividades culturais e pedagógicas, proporcionando um espaço de apoio à exibição das colectividades locais.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
ALBA fabrica maior pote do mundo (2007)
A organização da Norcaça & Norpesca 2007, feira dedicada à caça e pesca que se realizou em Bragança entre os dias 25 e 28 de Outubro [de 2007], realizou a proeza de cozinhar javalis no maior pote do mundo. Este estufado de javali foi confeccionado num pote (1000 litros e 2 metros de altura), uma reprodução à escala dos potes tradicionais, também conhecidos como Panela à Portuguesa: espécie de panela de ferro com três “pernas”, usada única e exclusivamente nas lareiras/fogueiras, sendo uma imagem característica das cozinhas regionais que se podem encontrar nas aldeias de Trás-os-Montes. A panela foi construída na Alba, fábrica de Albergaria-a-Velha.
Fonte: BeiraVouga
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Uma das empresas percursoras das Responsabilidades sociais
O Comendador Martins Pereira (Comendador da Ordem do Mérito Industrial desde 25 de Novembro de 1943) não foi um técnico e gestor alheio aos problemas sociais, e soube criar condições, ao tempo excepcionais, para os que trabalhavam na Alba: um amplo e bem equipado refeitório, um balneário com cacifos individuais para todo o pessoal, um centro cultural e recreativo (onde alguns dos seus técnicos chegaram a dar aulas graciosamente e... sem subsídios), um campo de jogos e um bairro residencial com doze vivendas.Nestas instalações tiveram sede e foram apoiadas pela Alba a sua famosa Banda de Música, o Sport Clube Alba que chegou a militar na 2a Divisão de Futebol Nacional e uma publicação periódica "Jornal Beira Vouga".
Mas o Comendador Martins Pereira não ficou indiferente ao que o rodeava e lança-se na construção de duas magníficas salas de espectáculos, os Cine-Teatros ALBA de Sever do Vouga e de Albergaria-a-Velha que prestaram, e continuam a prestar, relevantes serviços às populações destes dois concelhos.

Sabendo bem que muitas acções só são possíveis quando estamos por dentro das instituições que desejamos dinamizar, é eleito Provedor da Santa Casa da Misericórdia em 1947, onde se mantém até 1959, e toma posse como Presidente da Câmara em 1950 (13 de Agosto) tendo exercido esta missão até 7 de Dezembro de 1957.
A sua acção nestas duas instituições e na Santa Casa da Misericórdia de Sever do Vouga levaram-no à criação da "Sopa dos Pobres", cuja acção foi ao tempo e durante vários anos muito oportuna e positiva, à construção de novos edifícios hospitalares nos dois concelhos, de um bairro com 50 habitações (da Misericórdia), de um bairro Municipal com 25 casas e da Casa da Criança, em Albergaria-a-Velha, lançando novos arruamentos e outras obras públicas na sede do concelho e nas suas restantes sete freguesias.
Muitas destas obras, embora comparticipadas pelo Estado, só foram possíveis porque o Comendador Martins Pereira disponibilizou muitos milhares de contos para o seu lançamento e contribuía mensalmente com uma avultada quota para a Misericórdia, nunca tendo recebido um tostão das verbas, a que tinha direito, da Câmara Municipal.

O Fundidor, o Industrial, o Benemérito, o Cidadão Augusto Martins Pereira, dignificando e escrevendo a letras de ouro essa nobre arte (deixem-me chamar-lhe assim) que os FUNDIDORES criam e desenvolvem, deixou marcas indeléveis nestas terras do Vouga e arrastou consigo muitos outros que o apoiaram, como tão significativamente está traduzido na lápide que permanece no átrio do edifício do antigo hospital da Misericórdia de Albergaria:
0 Comendador Augusto Martins Pereira mandou construir este hospital com a comparticipação do Estado, das Fábricas Metalúrgicas Alba, dos seus operários e de outros, benemérítos.
Fonte: Eng. José António Piedade Laranjeira em Revista Fundição (Associação Portuguesa de Fundição) nº 2006 [republicado no Jornal de Albergaria de 19.05.1998] (adaptado)
quinta-feira, 15 de abril de 2010
"Alba - Uma Marca Portuguesa de Automóveis" de José Barros Rodrigues (2010)
Em Portugal, nos anos de 1950, surgiu um fenómeno de criação de inúmeras marcas nacionais dedicadas à competição. Se o número já é surpreendente, o que se poderá dizer da sua qualidade de construção, que lhe permitia enfrentar com dignidade o que de melhor se fazia então na Europa, sobretudo em Itália e França – que eram os países onde se produziam os melhores “specials” de pequena cilindrada do pós-guerra.A ALBA nesse conjunto de marcas portuguesas de competição, foi uma das mais importantes. António Augusto Martins Pereira [neto do fundador das fábricas metalúrgicas ALBA de Albergaria-a-Velha], o líder da equipa, e o seu amigo, Francisco Corte Real Pereira, contribuíram com a sua dedicação e o seu entusiasmo para o êxito deste projecto, e os resultados são, nesse domínio, indesmentíveis e conclusivos: as dez vitorias e o facto de mais de metade dos seus resultados serem lugares de pódio mostra a qualidade da construção e o cuidado na preparação de automóveis ALBA.
Fontes: Portal dos Clássicos / Clássicos mania
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Alumínio Português (Angola)
A extinta sociedade anónima Alumínio Português (Angola) existiu por iniciativa e vontade de 446 empresários de vários sectores – de que se destacam a Metalúrgica Alba de Albergaria-a-Velha e a Lusalite de Lisboa – que a constituíram por escritura pública celebrada a 6 de Agosto de 1958, com o objectivo de proceder à exploração da indústria do alumínio em todas as suas modalidades. O capital social inicial era de 33.000.000$00, que poderia ser aumentado até 500.000.000$00. (...)Nos relatórios contabilísticos de sucessivos anos, a Alumínio Português (Angola) encerrará as contas do exercício com prejuízo, até à sua dissolução e encerramento a 31 de Outubro de 1994.
Primeiros anos
Os primeiros anos de actividade serão dominados pela execução dos estudos para a fábrica do Dondo e pelos contratos para a obtenção da energia eléctrica de Cambambe, em estreita colaboração com o grupo francês Pechiney – Compagnie de Produits Chimiques et Electro-Metalurgiques, fornecedor da tecnologia de fabrico. (...)
Mas a 15 de Março de 1961 rebentam os massacres no Norte de Angola, primeiro acto sangrento que virá a despoletar a guerra colonial. Daí em diante a insegurança e o risco em que passam a viver os técnicos e demais pessoal afecto aos estudos e levantamentos dos terrenos do Dondo, tornam cada vez mais difícil avançar com o projecto, acabando por levar à sua suspensão "sine die". (...)
Fonte/Mais informações: Praia dos Moinhos
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Filarmónica Alba (Década de 40/50)
1ª fila da esquerda para a direita: Manuel Cartaxo, Manuel Renta, José Alho, Alberto do Porto, Maestro Francisco Marques Neto, Jaime Carvalho, Elmano Rouxinol, Manuel Caixeiro, Octávio Castro.2ª fila da esquerda para a direita: Chico Viúvo, Manuel Lua, António Russo, Justino Castro, José Arede, Mário (Porto)?, Jaquetas (Adjunto do contínuo), Irmão do Alfredo Caldeirão, Jaime Garrafa.
3ª fila da esquerda para a direita: Matos, Alfredo Caldeirão, Paulo de Assilhó, Pereira, S.J.Loure???, António Moleiro (contínuo), Eduardo Fadolas.
4ª fila da esquerda para a direita: Manuel Policia, Arménio de S.João de Loure, Hildebrando Lopes, Manuel Sapateiro, Rone, Joaquim Soares, Júlio Graeiro, Zeferino Sousa Nunes, José Correia de S.J.Loure, Delibrando da Serra.
Faltam na foto pelo menos: Paquete, Amílcar Alho, Beirão, Manuel da Vinha, Filho do Pereira, João Reis, Chico Sacristão, etc…..
Nota: Poderá existir algumas informações imprecisas, pois a memória já falha, pelo que agradecemos informações adicionais sobre a foto.
Colaboração: Manuel Bernardino Terceiro
Informação de Manuel Sapateiro em 24-12-2009.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
Fabrico do primeiro automóvel inteiramente português
Nos anos 50, surgiram várias marcas nacionais, que prestaram as suas provas nos diversos circuitos de então. A Alba foi uma delas, sob o impulso de António Augusto Martins Pereira, neto do proprietário da metalurgia ALBA, em Albergaria-a-Velha.Portugal encontrava-se, nessa altura, na vanguarda do fabrico de automóveis de competição (marcas: ALBA, FAP, DM, Olda, PE, MG Canelas ), tal como é relatado na «História do Automobilismo Português», de José Barros Rodrigues (Ed. Talento).
Construído e inteiramente desenhado em Albergaria-a-Velha na Fábrica Alba (Metalurgica) no ano de 1952 por António Augusto Martins Pereira, com 1500 cc (motor também desenhado por ele), 90 cv, 4 cilindros e 4 velocidades e atingia os 200 km/h, com carroceria em fibra ao estilo italiano
A Alba foi uma das marcas mais consistentes do panorama automobilístico nacional e no seu currículo consta, inclusivamente, a construção de um motor, um quatro cilindros quadrado – curso e diâmetro de 78 mm – com 1500 cc, duas árvores de cames à cabeça e duas velas por cilindro, todo em alumínio.
Foram construídos três automóveis; dois quase iguais e um outro, mais curto e leve, mas também muito semelhante. O primeiro, desenhado e construído sobre um chassis 508 C, em 1952, coube-lhe como era usual, um motor Fiat de 1089cc.
Com Francisco Corte Real Pereira, a Alba venceu a Taça Cidade do Porto, em 1953, mas com António Augusto Martins Pereira – empresário da Indústria Metalúrgica Alba e o principal responsável pelo aparecimento da marca e também piloto em provas de regularidade – a Alba conseguiu outros sucessos, em particular a vitória no Rali do Vinho do Porto, em 1955, com o motor 1500 Alba.
Actualmente, são conhecidos dois automóveis: OT-10-54 – 1500 (cedido em 2006 ao Museu do Caramaulo para restauro) e TN-10-82 – 1100 (vermelho). O outro ficou sinistrado durante uma das provas automobílisticas.
Fonte: Adaptado de Forum Portal dos Clássicos
(in Blog de Albergaria)
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Filarmónica Albergariense e Banda Alba

A denominada Philarmonica Albergariense terá existido desde 1860, embora só tenha sido criada oficialmente por escritura de 10 de Março de 1878.
Entretanto surgiu a Banda dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha em 1932, a qual foi extinta em 1937 e transformada em Banda de Albergaria (e Banda da Amizade Albergariense em 1938) que, embora já não estando relacionada com a Associação de Bombeiros, utilizava ainda o seu instrumental.
Em 29 de Setembro de 1938, passa a chamar-se Banda de Música de Albergaria-a-Velha, sendo então já completamente dependente das Fábricas Alba, passando rapidamente a denominar-se Banda das Fábricas Metalúrgicas Alba, mais conhecida por “Banda Alba”, que se estreou na noite de 22 de Abril de 1939.
Com a pujança que esta banda foi adquirindo, devido ao forte apoio das Fábricas Alba, a Philarmónica Albergariense ainda resistiu aproximadamente uma década, sendo posteriormente “absorvida" pela Banda Alba.
Também a Banda Alba acabaria por se extinguir na década de 60, criando uma lacuna na educação musical e cultural na sede de Concelho.
Fonte: adaptado de Delfim Bismarck Ferreira, Jornal de Albergaria (11.09.2001)
(in Blog de Albergaria)
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Parque de Recreio e Desporto Alba
Os dirigentes do "Sporting Club Albergaria" efectuaram em 1934 um contrato de arrendamento da "Quinta das Laranjeiras", tendo inaugurado o seu campo de futebol a 10 de Junho desse ano. Após a dissolução do clube, a família Martins Pereira decidiu apoiar o futebol, tendo conseguido o arrendamento do campo que veio a ser utilizado, a partir de Outubro de 1941, pelo "Alba Sport Clube".As obras foram realizadas durante o primeiro semestre de 1941 e, além do campo de futebol, incluía espaços destinados ao basquetebol, tenis, malha e ringue de patinagem.
O mérito não era apenas da família Martins Pereira. Todos os dias, depois das 17 horas, destacamentos de operários das Fábricas Alba iam gratuitamente contribuir para que as obras fossem realizadas com rapidez e perfeição, tendo o parque sido inaugurado em 16 e 17 de Agosto de 1941.
O parque foi demolido já na década de '90, tendo aí sido construída a "Urbanização das Laranjeiras".
Fontes: artigo de Dr. António Alburquerque Pinho; S.C.Alba (fotos)

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